A otoplastia consiste em uma cirurgia plástica utilizada para corrigir uma deformidade congênita do pavilhão auricular externo denominada orelha em abano.
Através da restauração da forma, ela contribui para o resgate da auto-estima, da socialização e, em algumas situações, inclusive no combate ao bullying.
A otoplastia engloba uma gama imensa de procedimentos e técnicas cirúrgicas também utilizadas nas deformidades adquirias, quer traumáticas ou oncológicas.
As técnicas utilizadas variam de acordo com as alterações e particularidades de cada paciente, sendo comum a associação de diversas delas em um único tratamento.
O planejamento da otoplastia começa com uma avaliação clínica criteriosa da paciente, seguida da realização dos exames pré-operatórios (laboratoriais e imagem) e do risco cirúrgico.
Independentemente da técnica utilizada, a cirurgia possui riscos como qualquer outro tratamento médico, os quais podem variar desde pequenas alterações locais, ruptura de pontos (deiscência), infecção, até mesmo uma reação anafilática (alergia sistêmica) e morte (óbito).
Portanto, é primordial realizar todos os exames pré-operatórios solicitados pelo seu médico, visando minimizar os riscos, bem como seguir todas as suas orientações pós-operatórias.