Como funciona
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A mamoplastia de aumento é uma das cirurgias mais realizadas no mundo, segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS). Ela consiste na colocação de um implante de silicone (prótese) para aumentar o volume da mama.
A cirurgia visa corrigir, principalmente, a hipomastia (mamas pequenas) ou restaurar o volume perdido após gestações ou grandes emagrecimentos.
O procedimento ocorre através das seguintes vias de acesso (incisão): peri areolar, transaxilar, inframamária e outras menos comum. Independentemente da via de acesso, a técnica permite posicionar o implante atrás da glândula (retroglandular), atrás do músculo peitoral (retromuscular) ou atrás da fáscia (retrofascial).
Quanto aos implantes, estes podem variar de acordo com a superfície, forma e projeção. A escolha considera as preferências da paciente, desde que respeitando as suas necessidades individuais e as limitações anatômicas.
A programação do tratamento começa com uma avaliação clínica criteriosa da paciente, seguida da realização dos exames pré-operatórios (laboratoriais e imagem) e do risco cirúrgico.
Independentemente da técnica utilizada, a cirurgia possui riscos como qualquer outro tratamento médico, os quais podem variar desde pequenas alterações locais, ruptura de pontos (deiscência), infecção, até mesmo uma reação anafilática (alergia sistêmica) e morte (óbito).
Portanto, é primordial realizar todos os exames pré-operatórios solicitados pelo seu médico, visando minimizar os riscos, bem como seguir todas as suas orientações pós-operatórias.
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