A mamoplastia redutora está entre as dez cirurgias plásticas mais realizadas no mundo. (ISAPS) Consiste na ressecção de parte do tecido mamário e da pele, promovendo a redução do volume e elevação da mama, com aprimoramento da forma mamária.
A mamoplastia redutora não se confunde com a mastopexia, a qual não visa reduzir o volume, mas sim levantar a mama.
Existem várias técnicas descritas na literatura médica, sendo importante a familiaridade e domínio do profissional para com a escolhida, não havendo, portanto, uma única técnica.
As cicatrizes são variáveis em tamanho e forma. Podem ser puramente peri-areolares, infra areolares ou mistas. Nas peri areolares, elas sem restringem ao redor das aréolas. Nas mistas, além da cicatriz peri areolar há também uma extensão apenas vertical ou vertical e horizontal em forma de “L” ou “T”(denominada “T” invertido). Já nas infra areolares, elas possuem apenas os componentes vertical e horizontal, sem a porção peri areolar.
A programação do tratamento começa com uma avaliação clínica criteriosa da paciente, seguida da realização dos exames pré-operatórios (laboratoriais e imagem) e do risco cirúrgico.
Independentemente da técnica utilizada, a cirurgia possui riscos como qualquer outro tratamento médico, os quais podem variar desde pequenas alterações locais, ruptura de pontos (deiscência), infecção, até mesmo uma reação anafilática (alergia sistêmica) e morte (óbito). Portanto, é primordial seguir todas as orientações pré-operatórias e pós-operatórias do seu médico.